quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Questions on Text 15

Texto 15: Kumaravadivelu, B. Integrating language skills. Beyond Methods: Macrostrategies for language teaching. New Heaven: Yale Un. Press



1. Quais as críticas apontadas pelo autor para o ensino separado das habilidades de ler, ouvir, falar e escrever ?
2. Por que existe a necessidade da integração do ensino das habilidades?
3. Quais os tipos de atividades de sala de aula que melhor propiciam a integração das habilidades?

Questions on Text 14

Texto 14: Nunan, D. Focus on the learner. Second language teaching and learning. Boston: Heinle & Heinle. (Chapter 5)

1. What is the difference between objective needs and subjective needs? Which would be easier for the classroom teacher to deal with?

2. What assumptions about language underpin a needs-based approach to course design?

3. What learner roles are implicit in the interview data with learners presented in the body of the chapter?

4. What learner roles are implicit in your own classroom or a classroom with which you are familiar?

Questions on Text 13

Texto 13: Heatlth, S. P. Ethnography in education: defining the essentials. In: Gilmore, P.; Glattorn, A. Children In and out of school. Un. Pensylvania: The Center for Applied Linguistics. pp. 33-55.


1. What is the difference between “doing Ethnography” and “doing Ethnographic research”?
2. What is the goal of ethnography? What are the main attempts of the ethnographer?
3. What are the ethnographer’s principles of operation?
4. Why is the definition of “community” so important for ethnography?
5. What does Ethnography have to do with Linguistic Investigation?
6. What does the author understand by “analysis of artifact”?
7. What are the weaknesses and strengths of ethnography?

Questions on Text 12

Text 12: Fetterman, D. M. Finding your way through the forest: Analysis (chapter 5) Ethnography: step by step. Thousand Oaks: Sage. 1998.

1. Ethnography is a process and, therefore, the analysis informs the researcher how the research is developing and how it should continue. Based on this idea, discuss with your partner the following excerpt from page 92 “Ethnographic analysis is iterative, building on ideas throughout the study. Analyzing data in the field enables the ethnographer to know precisely which methods to use and when and how to use them. Analysis tests hypotheses and perceptions to construct an accurate conceptual framework about what is happening in the social group.”

2. What is data triangulation? Give an example of triangulation that you can do with your own research data.

3. Choose two of the following ways of looking at data and discuss them with your partner:
a) look for patterns;
b) analyze key events;
c) draw maps, flowcharts, organizational charts and matrices;
d) do content analysis;
e) do statistical analysis.

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Escola Pública e Preconceito

Hoje eu e Gisele fizemos nova visita à escola da Jane. Novamente, fomos muito bem recebidas por todos. Dois fatos me chamaram a atenção. Primeiro, quando estávamos nos encaminhando para a sala de aula, cruzamos com um aluno que cumprimentou a Jane em inglês, dizendo: "Hi, teacher." A Jane respondeu também em inglês e ele continuou falando em inglês com ela, e se despediu desejando a ela uma boa aula: "Good class." Depois, já estávamos na sala de aula, quando a Jane reparou num aluno e perguntou: "Denis, what are you doing here? Don't you have a class?" e nos explicou que ele não era daquela turma. Denis respondeu: "I have physical education". Jane disse: "But it's a class" e ele respondeu "I don't like this class." Jane decidiu deixar que ele ficasse na aula.

O que me surpreendeu nestes dois episódios foi que muitas vezes criamos a idéia preconceituosa de que os alunos não gostam de inglês, especialmente os alunos da escola pública. Estes são dois exemplos de como os alunos gostam de inglês. No primeiro caso, o aluno não perde a oportunidade de interagir com a professora na língua estrangeira, e é ele quem inicia a interação. No segundo caso, um outro aluno literalmente foge da aula de educação física para assistir à aula de inglês em outra turma. Confesso que fiquei surpresa. Eu já havia notado como os alunos da Jane são interessados e participativos. Porém, estes exemplos foram realmente especiais!!

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Informática na Escola Santos Dumont


A Escola Municipal Santos Dumont também dispõe de sala de informática para acesso dos alunos. São vários computadores e um instrutor. Confesso que fiquei surpresa com a variedade de recursos disponíveis para os alunos e com a organização geral da escola.

Biblioteca da Escola Santos Dumont




Esta é a biblioteca da Escola Municipal Santos Dumont. O acervo não é muito grande, mas o local é agradável e apropriado para o estudo em pequenos grupos. Há até uma área especial para as crianças menores, com mesas coloridas e livros adequados à faixa etária. Na foto à esquerda, vemos a Jane (de costas), a Giselle - que está acompanhando as aulas da Jane - , a Natasha (aluna da Jane) e o professor encarregado da biblioteca. Na foto à direita, um pequeno grupo de alunos estuda durante o recreio!!!

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Hora do Recreio!







Vista Parcial da Escola Municipal Santos Dumont

Esta é uma vista parcial da Escola. Estamos no segundo andar, em frente à sala da Jane.




Esta é uma árvore centenária! Maravilhosa!















Olhem que jardim mais lindo! Não pensem vocês que este jardim é isolado e que os alunos não têm acesso a ele. O jardim fica bem no pátio com livre acesso dos alunos. Está limpo e bem conservado. Os alunos não destroem o que têm!!

Escola Municipal Santos Dumont


Hoje fomos à Escola Municipal Santos Dumont, observar a aula da Prof. Jane Amaral. A escola é muito bonita e tem uma enorme área. Há muitas árvores e os jardins são muito bem cuidados. Embora o muro da entrada esteja pichado, dentro da escola é tudo muito conservado. Esta é a foto da entrada principal, a partir da Av. Mem de Sá.

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Objetivo dos Participantes

O objetivo do curso de Etnografia da Sala de Aula de Inglês, da forma como ele foi idealizado pelas professoras supervisoras, coordenadas pela Prof. Deise, é basicamente proporcionar aos participantes do curso uma experiência, ainda que inicial, na pesquisa etnográfica. Para os alunos da graduação do curso de Letras da UFMG, esta experiência funciona também como um contato com a escola pública. Embora muitos desses alunos já tenham sido alunos de escolas públicas durante o ensino fundamental e médio, o ponto de vista agora é aquele de um observador mais informado e adulto, e não o ponto de vista muitas vezes despreocupado de um aluno adolescente. Para os professores da rede pública que tão gentilmente abrem as portas das suas salas de aula para seus co-participantes, a oportunidade de compartilhar suas experiências com um aluno da Faculdade de Letras pode trazer um espaço único para renovar suas teorias de ensino e também aprender com o ponto de vista do outro sobre seu próprio trabalho.

Ainda que estes tenham sido objetivos explícitos das professoras supervisoras ao idealizarem o curso, cada participante tem sua própria visão daquilo que espera alcançar ao participar de um curso desta natureza.

Por exemplo, você - aluno da graduação: Quais são seus objetivos ao se inscrever neste curso? O que você espera alcançar com sua participação no curso? Como você vê a sua presença na sala de aula da escola pública? Como você espera contribuir para este ambiente?

E você, professor da rede pública: Quais são seus objetivos ao permitir que um aluno observe a sua aula? Como você vê a presença desse aluno na sua sala de aula? Como você espera contribuir para o ambiente de sua sala de aula, ao permitir a entrada de um aluno-observador? O que você espera alcançar ao final do curso?

Acredito que é crucial para os participantes terem as respostas a estas perguntas bem claras ao iniciarem as observações. Por isso, convido aqueles que queiram a compartilhar seus pensamentos com os demais. Deixem seu comentários. Façam novas perguntas. Sua dúvida pode ajudar outros a encontrar novos caminhos.

sábado, 1 de setembro de 2007

Seminários

Ontem, dia 31, tivemos mais um encontro. Os participantes do curso de etnografia leram textos introdutórios sobre o assunto e trouxeram suas dúvidas e comentários para a aula. Além disso, também apresentaram seus seminários sobre os textos do livro "Appropriate Methodology and Social Context (Adrian Holliday). Os seminários foram muito interessantes. Como alguns participantes já começaram a observar as aulas nas escolas da rede pública, os comentários ligando a experiência da observação com o assunto dos textos foram bastante relevantes. Vários professores relataram suas experiências, expectativas e também suas dúvidas e ansiedades. Na minha opinião, foi uma discussão muito proveitosa. Infelizmente, alguns grupos não souberam controlar o tempo de apresentação conforme as instruções. Por causa disso, alguns grupos não puderam apresentar.

Novas Perguntas

Estas são as perguntas para os próximos textos:

Text 9: Gebhard, J. G., Oprandy, R. Exploring our teaching (Chapter 1). In: ___________. Language teaching awareness: a guide to exploring beliefs and practices. Cambridge: Cambridge University Press, 1999. p. 3-19.

1. What reasons do the authors use to justify exploration of teaching?
2. What reasons do the authors give for advocating description rather that prescription?
3. Why do the authors think that judgments can interfere with teaching descriptions?
4. What do the authors mean by the expression “high-inference words” (p. 10)? Why is it important to have a metalanguage to talk about teaching?
5. Briefly explain the four “avenues to awareness” discussed in the text.

Text 10: Gebhard, J. G., Oprandy, R. The process of exploration (Chapter 2). In: ___________. Language teaching awareness: a guide to exploring beliefs and practices. Cambridge: Cambridge University Press, 1999. p. 20-32.

1. Briefly describe the five possibilities of exploration discussed in the text.
2. Discuss with your partner the two examples of exploration given by the authors. How do the teachers in these examples gain awareness of their teaching?

Text 11: Gebhard, J. G. Seeing teaching differently through observation (Chapter 3). In: Gebhard, J. G., Oprandy, R. Language teaching awareness: a guide to exploring beliefs and practices. Cambridge: Cambridge University Press, 1999. p. 35-58.

1. The author defines classroom observation as a “nonjudgmental description of classroom events that can be analyzed and given interpretation” (p. 35). What does he mean by “nonjudgmental”, “description” and “interpretation”?
2. The author discusses five different purposes of observation. Which of them do you think is most appropriate for the kind of observation you are going to do? Why? Which of them is the least appropriate? Why?
3. Why is it important to decide on an aspect of classroom interaction to focus on before observing a class?
4. What is “cooperative classroom observation” (p. 47)?
5. What is the difference between participant and nonparticipant observation?
6. Why is it important to interpret descriptions of teaching?

→ Try some of the tasks suggested in the texts and briefly report on them.